sáb 2009-11-28 22:32
Minha filhotinha vestindo a minha camisa… View Larger Map
Alexandre Costa
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Inspirado no vídeo escabroso do movimento americano “Autism Speaks”. Parece que, no Brasil, tem um grupo de pessoas querendo fazer dinheiro da mesma forma que esse grupo de malucos desesperados da América do Norte. Em breve, um podcast sobre o assunto, com a participação de alguns dos maiores representantes dos movimentos de defesa dos direitos dos autistas e alguns cientistas internacionalmente renomados sobre o assunto.
via youtube.com Inspirado no vídeo escabroso do movimento americano “Autism Speaks”. Parece que, no Brasil, tem um grupo de pessoas querendo fazer dinheiro da mesma forma que esse grupo de malucos desesperados da América do Norte. Em breve, um podcast sobre o assunto, com a participação de algun …
Ok, nenhum usuário final tem a obrigação de saber comandos de UNIX para usar um iPhone. Nem mesmo para fazer jailbreak em um iPhone.
Mas chamar o pateta que invadiu iPhones jailbroke de Hacker é desprezar essa cultura, e seus valores comunitários e altruísticos.
Na verdade ele se aproveitou de uma brecha óbvia, que os usuários de UNIX conhecem desde que o sistema foi inventado: senhas padrão de contas padrão.
No caso do iPhone, que também roda um Unix, essas senhas, conforme lembrou o (esse sim) hacker do iPhone Dev Team @musclenerd, são principalmente as dos usuários root, o superusuário de qualquer sistema Unix, e o usuário mobile, que é utilizado por todos os aplicativos do aparelho.
Mudar essas senhas é simples, e não requer muita sofisticação.
Ambos os usuários trazem por padrão a senha alpine, bastante difundida na internet há bastante tempo, portanto, não é admirável que algum idiota tenha tentado violar a segurança dos iphones: o incrível é que só o tenha tentado agora.
Para realizar a mudança, é necessário:
1) Acesso ssh ao seu iPhone
OU
2) ter o mobile terminal instalado.
vamos ao passo-a-passo:
Passo 1 – Vá em Ajustes > Geral > WiFi e clique na setinha azul ao lado do nome da sua rede;
Passo 2 – Anote o número de IP da rede;
Passo 3 – Ligue o terminal, no seu mac, digitando terminal no spotlight;
Passo 4 – Na janela do terminal, digite:
$ssh root@seu_IP
E dê ENTER. Após isso, o prompt vai te pedir:
$root@seu_IP’s password:
Entre com alpine.
Logo após, seu prompt vai se parecer com isso:
iPhone-de-Seu-Creisson:~ root#
Agora vamos mudar o password do usuário root:
#passwd root
E dê ENTER.
Ele vai pedir sua nova senha, e a confirmação. Cuidado: aqui ele não vai dar nenhum feedback visual de sua entrada de texto. Digitou errado, é outro tutorial…
Após isso, repita o tutorial, para o usuário mobile, digitando:
su mobile
Ele vai alternar para o usuario mobile sem que você precise sair do login ssh. De lá, dê passwd mobile e seja feliz.
Esta mensagem acaba de ser publicada no blog do hacker George Hotz, e como é de utilidade pública, traduzo aqui na íntegra:
Eu tenho um desbloqueio para o 05.11.07[a nova versão da basebando do iPhone]. Será lançada em 04/11/2009, por $0,00.
Primeiro, Jody Sanders, estou recusando seus 10.000 dólares. Porquê? Porque você, e o resto dos sites de desbloqueio, são escória. Vocês fazem dinheiro vendendo freeware; isso não é legal, e eu não vou de modo nenhum legitimar isso.
Falando sério, as únicas pessoas que perdem aqui são os usuários. Estes sites estão cheios de evidentes mentiras, afirmando terem desbloqueios para a [baseband] 05.11.07. As pessoas os compram, e então é dito a elas que o desbloqueio está em desenvolvimento, e a data de lançamento é desconhecida. Imagine que você compra uma xícara de café e te dizem que ela está em desenvolvimento? Recentemente, muitos destes sites enviaram e-mails dizendo que tiveram avanços significativos, e que o desbloqueio estará pronto em 04/11/2009. Coincidência que esta é a data de lançamento do blacksn0w?
Não vou postar os endereços desses sites fajutos aqui, porque não quero dar-lhes aumento de pagerank. Em vez disso, lhes darei uma lista branca, duas pessoas fazem desbloqueios, eu e o dev team. Todo site de desbloqueio que você vê por aí está vendendo nossas coisas, re-empacotadas em uma forma ou outra. Alguns oferecem jailbreaks, embora o ih6sn0w e cronicdev sejam legítimos. Perceba, o que têm em comum os legítimos? Eles são gratuitos.
Agora, a despeito de rumores da ferocidade da minha equipe de advogados, eles na verdade são advogados bem pobres. E a escória que comanda esses websites são do tipo que sai em batalhas legais. Então temos de combatê-los de outra maneira, e estou pedindo a todos que ajudem nisso. Nossa arma é a informação. Espalhe a verdade, de que todos os desbloqueios para iPhone e Jailbreaks são gratuitos, e se você está comprando algo, está provavelmente financiando o hábito de craquear de alguém.
Esta é a primeira vez que eu tentei fazer algo simples para os usuários finais, e me enraivece ver as pessoas vendendo-o. Vamos falir esses bundões, e dizer para o mundo que tem iPhone que tudo que eles precisam está no blackra1n.com, incluindo instruções sobre o blacksn0w em sua data de lançamento, 04/11/09 (sim, vai dar suporte à hacktivação). Você faz a sua parte e eu faço a minha, mantendo as coisas tão simples, confiáveis e diretas quanto possível.
Esse cara, além de genial, é um hacker no sentido mais genuíno da palavra.
__________________
Glossário para os novatos, no Blog do iPhone.
São 2:34 da manhã, no momento em que começo a escrever essas linhas. Quem me lê aqui, sabe que, vez por outra, me meto a perder noites me aventurando em uma tarefa geek qualquer, por pura curiosidade (e às vezes ansiedade mesmo). Dessa vez, tenho um trabalho para fazer que depende de windows (já tenho o XP virtualizado com o arquivo de HD Virtual localizado em um HD externo), e – claro – quero experimentar o Windows 7. Ainda não instalei o Windows via boot camp, essa é uma boa oportunidade de perder uma noite de sono passeando pelo vale dos bits. Até o momento, o Boot Camp não instala windows em HDs externos, apenas em partições do HD no qual o Mac OS X está rodando. Assim, tenho que instalar o Snow Leopard em um HD externo, dar boot por ele, e só então usar o Boot Camp para instalar o windows em uma partição. Isso deixará meu HD de 250GB sem um bit a mais, possibilitando-me escolher entre plugar o HD e usar o Windows, ou dar boot pelo HD interno normalmente para usar o Mac. Como não quero instalar dois sistemas operacionais, auxilia-me na empreitada são Carbon Copy Cloner, que já referenciei aqui, em outra noitada geek: esse programinha é um canivete suíço de backup para mac. Ele copia até o último bit do Meu HD em uma cópia externa inicializável. Como 250GB não se transformam em 120 magicamente, deixei de fora do backup a minha pasta de usuário: Ela já está copiada no Backup do Time Machine, em outro HD externo de 500GB. Assim, com segurança, diferente de minha última aventura, espero, após concluir o backup do HD, instalar o Windows 7 sem atropelos. Novas atualizações em Instantes…
Atualização 01 (às 3:23 da madruga): Redimensionando a partição principal do HD Externo, para instalar nela o Windows 7, ainda com o mesmo boot com que escrevi este post. O disco tem 120 GB, o clone ocupou 16,24 GB e sobrou 25GB na partição em que está instalado (via CCC) o Snow Leopard.
Atualização 02 (às 3:32 da Madruga): Descobri que, mesmo inicializado a partir de um HD externo, o Mac OS X sabe que está em um HD externo e pede para inicializar a partir do HD interno.

Isso significa apenas que vou ter que pegar minha caixa de ferramentas...
Atualização 3 (às 4:06 da madruga): Removi o HD interno do Macbook White, e agora que o externo está onde o Boot Camp o queria, estou instalando o Windows 7. Atualizando agora do iPhone, de um app bacana chamado Blogpress. Ponho o link aqui assim que puder por as mãos no mac novamente. Se o bicho funcionar direitinho, quem sabe o mac não tira uma semana de férias pra eu testar o windows 7 no dia-a-dia… Atualização 4: São 4:53 da manhã, e o Windows 7 roda perfeitamente no meu Macbook White. Qualquer problema, mais atualizações nesta postagem.
Atualização 5: São 5:44 da manhã, e meu HD está de volta dentro do Macbook. As preferências de sistema mostram o Windows como uma das opções de boot quando o HD externo (que teve que ser interno por um tempo, para o boot camp poder atuar) está plugado na porta USB.
Atualização 5: Cantei vitória antes da hora:
Ok, aqui Começam algumas dicas para quem tem iPhone e/ou iPod Touch. Algumas são grátis, e outras, necessitam despejar alguns dólares (pouquinhos).
Primeiro, é importante saber que todo usuário de iPhone ou iPodTouch tem que ter três contas na iTunes Store: Uma na brasileira, que deixa você comprar aplicativos usando um cartão internacional emitido no Brasil (exatamente, seu cartão não é tão internacional assim, do ponto de vista dos control freaks de Cupertino), outra na americana, onde você pode baixar músicas e aplicativos grátis ofertados semanalmente pela Apple, além de poder comprar iTunes Gift Cards no mercado livre, ou no ebay, para achar aquela música que não está em nenhum repositório p2p, e uma na Argentina (Argentina? é, Argentina.), onde você pode comprar rapidamente games para o seu iPod Touch/iPhone, pois nem sempre você tem crédito suficiente pra comprar na americana, e a Argentina permite o uso de cartões domiciliados no Brasil, desde que você preencha os dados como se residisse na Argentina (Veja só o que a Apple nos faz passar…).
Não vou descrever os tutoriais para adquirir uma conta em cada uma dessas lojas, mas você pode encontrar dicas para isso neste post do macmagazine, bem como neste outro também.
Agora vamos ao que interessa: Aplicativos.
Começo por um que testei essa semana, chamado Idea Organizer. É um aplicativo de notas que permite a incorporação de fotos e gravações em áudio. A proposta do aplicativo é ser uma central de idéias, com imagem e som. Não incorpora vídeos, entretanto, e o único acesso às suas notas fica sendo enviá-las por e-mail. Como o Evernote possui um mecanismo de upload via e-mail, é só copiar seu endereço secreto de upload de notas para usá-lo em conjunto com o excelente elefantinho que lembra tudo. Essa semana, inclusive, decidi assinar o serviço premium deles, que por 5 dólares por mês te deixa fazer 500MB de upload por mês sem limite de transferência. É uma ótima forma de manter toda a sua vida organizada. Sobre o Evernote, há algumas resenhas excelentes feitas pela Bia Kunze, a Garota Sem Fio, em seu blog.
Continuando com o Idea Organizer, que tem interface em várias línguas, incluindo o português, o ponto positivo dele é poder juntar várias referencias num mesmo local, proveniente de várias mídias: mas isso o evernote já faz. A qualidade do audio e a possibilidade de colocar até seis fotos na mesma nota é que é o diferencial, além do visual, mais requintado que o do aplicativo do elefantinho.
No entanto, notei os seguintes pontos negativos, e já notifiquei o desenvolvedor (pelo link de feedback do próprio aplicativo):
- A qualidade de som não pode ser alterada, e é alta demais: grava em formato CAF, estéreo, taxa de bits maior que 360. Isso faz com que – sendo o microfone embutido do iPhone mono, a voz saia apenas por um dos canais estéreo, depois de gravado, bem como o tamanho da gravação a torna difícil de enviar via e-mail.
- Apesar de podermos enviar as notas por e-mail, seria mais confortável ter um único botão para enviá-las para o evernote, bem como uma outra forma de fazer backup das notas no computador.
- Poderia ter um teclado em modo paisagem, para maior conforto dos dedos de quem gosta de mais espaço para teclar, ou tem os dedos grossos como eu;
No entanto, o desenvolvedor parece bastante responsivo, e o aplicativo está em contínuo desenvolvimento, e esses pequenos inconvenientes não o desqualificam inteiramente.
Quem me acompanha aqui sabe que optei por desmembrar o meu desejo por um iPhone 3G no ano passado em duas bandas: comprei um iPod Touch de segunda geração e um E71, e andava conectado por aí com esses dois gadgets excepcionais.
Mas ao iPod Touch faltam certos recursos que o deixam, assim, como poderia dizer? Um iPhone capado, como se diz blogosfera afora.
GPS e câmera são os principais recursos de que eu sentia falta, pois gosto de registrar minha vida e a de minha família e dividi-la com o mundo (parece exibicionismo, né? acho que é mesmo…)
Mas, de qualquer forma, assistindo a keynote de Phil Schiller no último WWDC, o encontro dos desenvolvedores do mundo Apple, tive uma epifania: o Iphone 3GS reuniu num gadget coisas de que eu sabia que precisava, bem como, já virou lenda, recursos que eu nunca me dei conta de que iria precisar tanto.
Nem sei se precisar é bem o termo, mas ter um magnetômetro para mapear a posição do aparelho, combinado com um GPS que nos dá possibilidades inéditas, como a de ver para onde estamos indo, com enorme precisão, é muito conveniente.
Assim, recebi alguns meses atrasados, economia compulsória, puxei daqui, estiquei dali e mordi a maçã: comprei um iPhone 3GS modelo europeu no Mercado livre, um daqueles que custa mais que a média (mundial, mas compatível com os preços praticados pelas operadoras brasileiras nos planos pré-pagos).
O benefício desse modelo é derivado da sanha gananciosa da Apple: modelos de negócios sempre fechados, protecionistas, opressivos ao consumidor. Em algumas partes do mundo, realizar bloqueio de operadora não é permitido, tal como na nova Zelândia ou na Itália, e sendo assim, iPhones destinados a esses mercados vêm desbloqueados de fábrica, e registrados nos servidores da Apple para funcionar com qualquer operadora do planeta.
Assim, Jailbreak apenas para se divertir, não para telefonar. Telefones comprados nos EUA, por exemplo, só podem oficialmente funcionar com a AT&T; para funcionar no Brasil, precisam de um procedimento criado por hackers geniais, chamado Jailbreak (literalmente, quebrar a jaula, sair da prisão).
Esse procedimento permite a instalação de programas não oficiais no aparelho, incluindo um processo que faz o desbloqueio de operadora, permitindo que o aparelho funcione com qualquer chip de qualquer operadora, incluindo as não oficialmente suportadas pela Apple.
Infelizmente isso nos deixa amarrados às atualizações dos hackers, e sempre atentos às notícias sobre as atualizações de firmware, e caso acidentalmente instalemos uma nova versão do iPhone OS sugerida pelo iTunes, corremos o risco de perder o Jailbreak, e, assim, perder também a capacidade de usar o aparelho, já que ele precisa ser ativado como telefone para funcionar como dispositivo polivalente.
Assim, decidi não depender desse processo para telefonar. Mesmo porque, nas minhas andanças com o iPod Touch, percebi que muitas vezes a solução de jailbreak usada deixa o aparelho instável e mais suscetível a crashes de aplicativos, estouro de memória, congelamentos inesperados, etc. Paguei mais pelo direito de, caso me encha de jailbreak, passar umas férias como quer o Steve Jobs: com meu aparelho devidamente selado.
Mas essa conversa toda é só pra dizer que – como já é regra entre os sites sobre a Apple no mundo inteiro – este blog também trará, a partir deste post, resenhas de aplicativos para iPod Touch/iPhone, já que minha mais recente diversão é fuçar a app store em busca de novidades úteis e divertidas.
Fique ligado no macbookwhite, e logo você verá algumas sugestões do que baixar (ou não baixar) para o seu iPhone, até porque não recebo um centavo para fazer isso, e sendo assim, minha análise procurará ser a mais isenta possível.
Por esse motivo, espero que não me levem a mal se disser que joguei 99 centavos de dólar (ou mais) na lata do lixo algumas vezes…
Aguarde as próximas horas. Um post está no forno com os aplicativos que considero mais úteis para iPhone/iPod Touch.
Agora que tenho alguns meses de usuário apple (não só macintosh, já que fui mordido pela maçã), posso fazer algumas indicações de programas que são ótimos para uso do cotidiano.
Tendo vindo do mundo FLOSS (Free Open Source Software, em inglês, Linux e CIA) tenho certas reservas quanto a comprar programas.
No entanto, alguns programas realmente valem a pena alguns dólares, e pirataria não é uma prática muito saudável ao ecossistema de desenvolvedores.
O primeiro programa útil que descrevo aqui, é o que estou usando para escrever esse post: chama-se Blogo e pode ser baixando diretamente clicando aqui.
É um editor de blogs para mac no desktop, ou seja, você não tem que visitar seu blog para escrever nele. Uma mão na roda se você escreve diversos posts e agenda sua publicação para períodos posteriores, ou simplesmente gosta de revisá-los à exaustão para garantir que nada está fora do lugar antes de publicá-los.
Apesar do nome gringo (brainjuice), a empresa é brasileira, e o suporte via e-mail, quando precisei dele, foi rápido e eficaz. Em português. Claro que paguei um mico, falando com o cara, que se chama Benjamin Jackson(nome de gringo, também), em inglês, até ele me responder uma das perguntas em português e dizer que nossa conversa poderia ser em nossa língua natal… Custa módicos 25 dólares americanos, e pode ser adquirido via PayPal. A versão demo expira em 21 dias.
Um outro programa indispensável para quem exporta mídia para o iPhone ou iPod (touch ou não) é o Handbrake, um excelente conversor de vídeo que te permite ripar um DVD direto para o formato escolhido, e — essa parte é a mais divertida: totalmente grátis, e opensource, de quebra.
Após converter seu vídeo, talvez você precise do Subler, também gratuito, que te permite adicionar capítulos e legendas ao teu vídeo recém-ripado.
O Evernote, que tem também umaversão para iPhone/iPod Touch, é uma belezura para agregar TUDO o que você vê, ouve ou pensa num só lugar. Ambas as versões, para mac e iPhoneOS Só não grava sentimento, mas mesmo assim, o áudio dele fica preservado on-line, com acesso simultâneo no Mac e onde mais você puder carregar um iPhone ou iPod Touch: qualquer lugar, exceto debaixo d’água, a não ser que você tenha um desses cases à prova d’água, caso em que nem essa limitação vai ter…
Além de todas essas características, o Evernote ainda marca sua nota com o GPS, uma característica bastante útil para quem trabalha tomando apontamentos e se deslocando, como eu, que atendo pacientes às vezes em hospitais e em suas casas.
Para converter arquivos de som, uma opção interessante é o Max, também freeware, que tem suporte para vários formatos de entrada e saída.
O Gimmesometune é um complemento excelente para o iTunes. Ele pode baixar as capinhas de CD e as letras das músicas que você está ouvindo, à medida em que você prepara direitinho as tags de artista, álbum e nome da música.
Outro que não dá pra ficar sem é o Unrarx, que permite-nos descomprimir arquivos no formato RAR.
Skype é obrigatório: sem ele você fica dependendo que o resto do mundo (que ainda não usa mac) instale o maldito Aol Instant Messenger, que eles só farão por extrema insistência sua, só para você mostrar recursos do iChat para eles. É uma pena, mas poucos usuários de Mac usam essa maravilha que é o iChat, devido à escassez de macs entre amigos e familiares. Então, Skype neles! com ele, é possível conversar com áudio e vídeo a partir da sua webcam embutida, e até mesmo compartilhar a sua tela (numa resolução pífia, mas, vá lá: não é uma solução Apple).
Para um backup mais flexível do que o que se consegue com o Time Machine, temos também o Carbon Copy Cloner, que é donationware (ou seja, é de graça, e o desenvolvedor espera que sua generosidade alcance fazer alguma doação), e que permite realizar backups completos do seu mac, inclusive permitindo que o disco externo no qual você realizou o backup seja inicializável, ou seja, te dá uma segunda chance se você estragar as coisas.
Por último, caso não queira depender de complementos de terceiros para o quicktime muitas vezes sujeitos a bugs inexplicáveis, nada como ter instalado em sua máquina o bom e velho VLC, que é multiplataforma (funciona em windows e linux, também) e é um velho amigo da turma do pingüim no que se refere à universalidade de formatos de vídeo (e áudio) que é capaz de reproduzir.
Para aumentar a compatibilidade do quicktime, uma alternativa mais sólida é o Perian, que funciona como um painel de preferências, e permite que — a partir da interface do QuickTime, você consiga ver filmes em WMV com legendas SRT.
Por enquanto, é isso. Tem muito mais coisa, mas vai ficar para uma outra vez. Esses são essenciais, e ampliam as capacidades do seu mac de uma maneira barata e confiável.
E você? tem alguma dica de programa útil (de preferência gratuito, ou baratinho) para compartilhar? Comenta aí!

A nova ferramenta de jailbreak do hacker George Hotz (ou @geohot) foi lançada há menos de dez minutos.
Agora não precisa mais pedir o pc de ninguém emprestado (como se você estivesse esperando esse tempo todo…) graças a Deus, estou na turma do “SIM Free/SP Unlocked/Factory Unlocked iPhone 3G(S)”, ou seja, desbloqueado de fábrica. Se o seu não é, e vc atualizou o firmware de 3.0 para 3.1(.x), então vc pode ter perdido o desbloqueio, até mesmo definitivamente…
Alexandre Costa e Silva
Achei muito fantástico o trabalho do hacker @geohot, George Hotz, em desenvolver a ferramenta blackra1n de jailbreak para todos os aparelhos de mídia da Apple, incluindo o novo iPhone 3GS, que impedia isso com uma série de restrições impostas pela Apple. Realmente é um trabalho impressionante, não só pela abrangência, mas também pela rapidez com que o processo se dá, cerca de 10 segundos. A única inconveniência para quem não tem acesso a uma máquina com windows é que a ferramenta, por enquanto, só tem versão para essa última plataforma. Mas não há estratégia melhor para um hacker, que pelo próprio código de ética precisa entregar se trabalho para o maior número de pessoas no mundo, sem falar em ficar famoso mundialmente em um piscar de olhos.
Eu pessoalmente, tenho acompanhado o twitter de Hotz desde que ele disse que “negro é o novo púrpura” e só perdi a hora do lançamento porque dormi por cima do iPhone.
Um hacker da estatura de @geohot não para: já foi o primeiro a desbloquear o iphone original e o próprio 3GS, e agora demonstra estar à frente da Apple, antecipando-se às suas antipáticas medidas mercadológicas.
Esse é um meio termo competente entre o comunismo digital de Richard Stallman – que desaprova o uso dos fantásticos iGadgets por eles serem uma ameaça à nossa liberdade digital, e uma posição de passivos consumidores. Hackers de verdade, e quem se beneficia de seu trabalho, podem dizer, numa referência a Henry Ford, ídolo pessoal e modelo de Steve Jobs: Não queremos cavalos, mas sabemos cavalgar, dirigir e desmontar carros para saber como funcionam: obrigado por ser tão genial e nos dizer do que precisávamos antes que soubéssemos o qur era. Mas agora sabemos. E isso, agora falando para a Apple, inclui o jailbreak nos iDevices do titio Jobs, ainda que ele nos queira cordeirinhos despejadores de dólares, como todo bom grande irmão. Apple is the new IBM?
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